Após mobilização que incluiu até avião emprestado, coração de bebê é captado em hospital de Jaú para transplante em SP
Equipe médica saiu de São Roque na manhã desta quarta-feira (4) com a ajuda da aeronave cedida por um empresário por meio do programa TransplantAR, que tem o objetivo de agilizar essa corrida pela vida. Criança de 1 anos aguarda por transplante.
Depois de um atraso de algumas horas por conta das condições climáticas, a equipe médica que saiu de São Roque, na manhã desta quarta-feira (4), em uma aeronave para captar o coração de um bebê que tinha 3 meses para transplante pousou em Jaú (SP) para o procedimento que é realizado na Santa Casa da cidade.

Equipe do Incor saiu de avião de São Roque (SP) para buscar órgão em hospital de Jaú (SP) — Foto: Fábio Modesto/TV TEM
A previsão é de que o processo de captação do órgão termine por volta das 14h30. De Jaú, a equipe segue para São Paulo, onde o transplante será realizado no Instituto do Coração (Incor).
Uma criança de 1 ano aguarda o transplante do órgão. Ela foi diagnosticada com Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo, uma cardiopatia congênita grave e rara caracterizada pelo subdesenvolvimento do lado esquerdo do coração.
Desde o nascimento, o paciente já foi submetido a cirurgias paliativas e, há cerca de um ano, depende de um coração artificial para sobreviver.
Para salvar a vida da criança, toda uma mobilização foi iniciada ainda na noite de terça-feira (3) e a equipe estava pronta desde 5h45 desta quarta-feira para decolar do aeroporto de São Roque (SP), a cerca de 60 quilômetros da capital paulista, em uma aeronave particular.
No entanto, a chuva nesta manhã em Jaú dificultou a operação. O voo partiu de São Roque por volta das 9h30. Conforme apurado pela TV TEM, a aeronave pousou em uma fazenda em Jaú.
O local foi cedido pelo proprietário, que também disponibilizou o avião para agilizar o transporte, já que o deslocamento terrestre entre São Roque e Jaú leva cerca de quatro horas.
A ação contou com o apoio do Programa TransplantAR, iniciativa que mobiliza empresários dispostos a ceder equipamentos e espaços para viabilizar a corrida pela vida.
Por causa da falta de equipamentos e demarcações no solo, a aterrissagem na fazenda em Jaú precisou ser feita de forma manual, operação que é prejudicada pela chuva. Por isso, a operação precisou ser temporariamente suspensa até a decolagem, horas depois do previsto.
Fonte: G1- Bauru e Marilia
Postagem: 4 Fev. 2026
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