Hospital Estadual de Franca: como unidade pode ajudar a 'desafogar' a saúde na região de Ribeirão Preto
Novo centro hospitalar de alta complexidade deve ter mesmo padrão de atendimento do Hospital das Clínicas. Local também contará com exames oncológicos e internações em psiquiatria.
Cirurgias de alta complexidade, exames menos invasivos e consultas em diferentes especialidades tornam o novo Hospital Estadual Dom Diógenes Silva Matthes estratégico para desafogar as filas em Franca (SP), reduzir a pressão na Santa Casa e melhorar o acesso à saúde em mais de 20 cidades no entorno.

Hospital Estadual de Franca, SP. — Foto: João Valério/Governo Estado SP
Esperado há anos, o centro hospitalar, que chegou a ser chamado de Hospital Regional 3 Colinas, foi inaugurado no início do mês.
Pela capacidade de atendimento e operação, é uma das estruturas mais importantes da saúde da região de Ribeirão Preto (SP) que deve causar impactos em diferentes níveis, inclusive na atenção básica.

Hospital Estadual de Franca (SP). — Foto: João Valério/Governo Estado SP
Quando estiver em pleno funcionamento, o Hospital Estadual de Franca terá 225 leitos, 1,2 mil funcionários e uma capacidade de realizar 1,5 mil consultas por mês, com serviços de urgência e emergência, atendimentos ambulatoriais de diferentes especialidades, exames de alta precisão, alguns deles voltados para a oncologia, como biópsias de lesão de pele, de próstata e tireoide.
O local também contará com leitos de internação em psiquiatria. Serão 20 vagas para casos agudos, incluindo psiquiatria infanto-juvenil.
"É para pessoas que tem alguns transtornos que esporadicamente, em um período de agudização, exige uma internação. Não é a internação de longa duração, como existem alguns hospitais específicos para isso", explica Muglia.
Menor sobrecarga em hospitais da região
O principal benefício esperado é que haja um alívio na sobrecarga de atendimentos prestados pela Santa Casa de Franca, até então a principal referência de alta complexidade entre os 22 municípios do Departamento Regional de Saúde (DRS-8).
Segundo Muglia, o hospital se tornará um dos principais centros de saúde da região de Ribeirão Preto, com padrões similares aos do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, também gerenciado pela Faepa.
Fonte: G1- Ribeirão Preto e Franca
Postagem: 22 Jun. 2026
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